Checklist: o que fazer em Salvador em 4 dias

E o que fazer em Salvador, uma cidade com tantos contrastes e opções? É o que viemos resolver nesse post, com um checklist de lugares essenciais que você precisa conhecer.

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Capital de tantas coisas

Antes de começar nosso checklist, você precisa saber que Salvador é chamada a terra da fé, da alegria, da música e do Carnaval.

Lá existem 365 igrejas (uma para cada dia do ano), que a torna uma dos maiores exponenciais do catolicismo no Brasil. Por outro, também é um dos maiores exponentes de religiões africanas no mundo, com o Candomblé ou a Umbanda.
A terra da alegria pelo povo baiano, alegre e receptivo, sempre esperando por você de braços abertos. A música está sempre presente, não à toa lá surgiram nomes que embalam a música popular brasileira por décadas.
E por ultimo a terra do Carnaval, o maior carnaval de rua do Brasil. Seguir um trio elétrico é uma experiência única, que todos que amam uma festa deveriam experimentar uma vez na vida.

Visitar o Centro Histórico (Pelourinho e Santo Antônio Além do Carmo)

Não tem como falar de Salvador sem citar o Pelourinho.

As suas ruas de paralelepípedo são rodeadas de prédios históricos bem conservados e igrejas históricas, como a Igreja e Convento de São Francisco e a Catedral Basílica de Salvador, com azulejos portugueses e esculturas intrincadas banhadas a ouro.

Além disso, a atmosfera contagia, com rodas de capoeira, música, baianas com suas vestimentas tradicionais, barraquinhas de acarajé e souvenirs que celebram a cultura afrodescendente.

Subir no Elevador Lacerda

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Ele foi o primeiro elevador urbano do mundo, chegando a ser o mais alto do planeta por muitos anos. Esse fato histórico por si só já tornaria uma grande atração.

Porém, de lá você consegue ter uma vista privilegiada da baía de Salvador e chegar do mercado ao Pelourinho.

Parada obrigatória!

Visitar o Mercado Modelo

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80% dos turistas que visitam Salvador vão visitar o Mercado. Então aqui é só um reforço sobre a importância desse lugar.

Desde 1971 ocupa o prédio da antiga Alfândega de Salvador e hoje abriga cerca de 266 lojas com uma variedade interessante de produtos, principalmente artesanato ou iguarias culinárias da cultura baiana.

Falando nisso, você também pode aproveitar a ida e curtir um dos mais tradicionais restaurantes da cidade, o Maria de São Pedro, que tem mais de 80 anos de existência.

Beber um cravinho

O sociólogo Ericivaldo Veiga classificou o cravinho como um dos “símbolos da baianidade contemporânea”.

A bebida é a mistura perfeita de cachaça, cravo, limão e mel e tem uma origem triste, era usada como anestésico pelos escravizados para aguentar as feridas de punições recebidas. Porém, a receita foi passando de geração pra geração e se tornou um símbolo de resistência e patrimônio cultural do povo baiano.

Dia de Praia no Porto da Barra

Essa belíssima praia urbana já foi classificada como a terceira melhor do mundo pelo jornal inglês The Guardian. E, conhecendo-a, você vai entender o motivo!

As águas calmas são convidativas para o banho de mar.

Uma dica é chegar bem cedo para garantir um bom lugar, pois a faixa de areia é pequena e há muita gente querendo curtir.

Ir no Farol da Barra

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Ir no Farol da Barra é fazer um passeio completo. Além do Farol, você pode conhecer o Forte de Santo Antônio da Barra e o Museu Náutico da Bahia.

É possível subir no Farol e ter uma vista fantástica da Baía de Todos os Santos.

Experimentar uma noite baiana no Rio Vermelho

Rio Vermelho é o bairro mais boemio de Salvador, onde a população local e os turistas se misturam numa noite de bares. No Largo de Santana, Dinha, Regina e Cyra demarcaram seus territórios, reunindo turistas, boêmios e artistas que adoram beber, comer e curtir todos encantos da noite baiana.

Uma das novidades na área é a Praça Caramuru, inaugurada em 2016 e que ocupa o antigo “Mercado do Peixe”, como o local era conhecido há mais de 50 anos. O novo espaço reúne 11 restaurantes e oito quiosques de cardápios variados e alguns funcionam 24 horas, mantendo a tradição do antigo Mercado.

A praça ganhou ainda uma área para shows e apresentações culturais e estacionamento.

Curtir a praia de Itapuã

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É a praia mais famosa de Salvador, tanto que virou poesia na voz de Vinícius de Moraes.

Acredite: todo charme dessa música se materializa por lá. É uma praia fantástica, que fica longe do centro urbano e, por isso, tem águas mais próprias para banho.

Vá e sinta tudo que o poeta quis dizer!

Comer um acarajé

Eu particularmente amo acarajé.

É um bolinho feito de massa de feijão-fradinho, cebola e sal, e frito em azeite de dendê, que carrega não só muito sabor como muita cultura.

Ela tem origem na África e é mais um dos símbolos de resistência cultural dos escravizados.

Provar uma moqueca

Outra confissão: amo moqueca, tanto que aprendi a receita e vivo tentando reproduzir o sabor baiano. Mas é difícil, pois a Bahia tem um tempero própria (existem ainda as versões do Espírito Santo e do Pará).

Existem muitas versões da receita e da origem, mas todas simbolizam algo muito brasileiro: a mistura cultural.

A mais tradicional na Bahia é a de peixe.

Colocar sua fitinha na Igreja Nosso Senhor do Bonfim

Para os católicos baianos, a Igreja do Bonfim é o maior centro da religião na cidade. O templo chama atenção pela sua belíssima arquitetura, construída no estilo neoclássico com fachada em rococó.

Aliás, é lá que você consegue as famosas fitinhas do Senhor do Bonfim, que, apesar do seu título católico, faz menção à religiões africanas.

Cada cor representa um Orixá diferente, conforme a lista abaixo.

  • Verde (escuro ou claro): Oxóssi
  • Azul claro: Iemanjá
  • Amarelo: Oxum
  • Azul escuro: Ogum
  • Colorido ou rosa: Ibeji (erê) e Oxumarê
  • Branco: Oxalá
  • Roxo: Nanã
  • Preta com letras vermelhas: Exu e Pombajira
  • Preta com letras brancas: Omolu
  • Vermelha: Iansã
  • Vermelha com letras brancas: Xangô
  • Verde com letras brancas: Oçânhim

Segundo a tradição popular, a fita (que tem exatos 47cm) é enrolada duas vezes no pulso e amarrada com três nós. Cada nó representa um pedido secreto, que só pode ser revelado quando o nó desatar naturalmente.

Fazer um passeio na Baía de Todos os Santos

Isso não pode faltar no que fazer em Salvador: passear pela segunda maior Baía do Mundo e a maior da Costa Litorânea Brasileira.

Por ser larga e profunda, foi muito utilizada por navegadores, piratas e colonizadores, se tornando ponto estratégico na exploração da América do Sul.

A dica aqui é fazer um passeio por essa histórica baía. Normalmente é feito com escuna e dura cerca de 7 horas, passando por diversas ilhas e com paradas para banho nas águas cristalinas e calmas do mar da baía.

Visitar a casa de Iemanjá no Rio Vermelho

A Casa de Iemanjá, local sagrado dos adeptos do candomblé. A arte em Mosaico das paredes é obra do artista plástico Ed Ribeiro e data de 2008.

Conta a história que, num ano de escassez de peixes no mar, um grupo de pescadores ofereceu presentes para a mãe das águas. Nos anos seguintes, esse ritual se repetiu e a casinha dos pescadores, a “Casa do Peso”, tornou-se um local sagrado dos adeptos do candomblé.

Em 1972, o local se transformou na Casa de Iemanjá, e a procissão do dia 2 começa aqui. Durante todo o ano, o pátio da casa continua sendo local de venda de peixes frescos. As portas ficam abertas para a visitação pela manhã e começo da tarde.


Bom, tem muita coisa para fazer em Salvador!

Aproveite o embalo desse post e confira essa oferta para curtir o melhor dessa cidade fantástica.

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